

Cuidado cardiológico voltado a uma fase da vida em que sintomas, exames, medicações, histórico e fatores de risco precisam ser avaliados em conjunto.
Atendimento Presencial para Curitiba e região
Alguns sintomas parecem pequenos no começo. Mas, depois dos 60, cansaço, falta de ar, dor no peito, palpitações ou alterações de pressão precisam ser interpretados junto com o histórico, os exames e os fatores de risco do paciente.
Cansaço que antes não fazia parte da rotina
Falta de ar ao caminhar, subir escadas ou fazer esforço
Dor, pressão ou desconforto no peito
Palpitações ou sensação de coração acelerado
Tontura, fraqueza ou episódios de mal-estar
Pressão alta ou pressão variando com frequência
Inchaço nas pernas ou nos pés
Exames alterados, como colesterol, glicemia, eletrocardiograma ou ecocardiograma
Histórico de infarto, arritmia, insuficiência cardíaca ou AVC na família
Uso de vários medicamentos e dúvida sobre o acompanhamento cardiovascular
Com o passar dos anos, é comum que se acumulem fatores como pressão alta, colesterol alterado, diabetes, alterações do sono, sedentarismo e uso contínuo de medicações.
O problema é que, muitas vezes, cada ponto do cuidado fica solto: um exame aqui, uma receita ali, uma queixa avaliada sem conexão com o restante do quadro.
Na prática clínica do Dr. Luiz Furlan, a avaliação cardiológica parte do coração, mas não se limita a ele. Sintomas, circulação, fatores de risco, sono, medicações, histórico e comorbidades ajudam a compor o raciocínio clínico.
É esse olhar de conjunto que ajuda a definir o que merece investigação, o que precisa de seguimento e o que pode estar sendo tratado de forma superficial ou fragmentada.

O atendimento é voltado a pessoas 60+ que desejam avaliar melhor o coração dentro de um contexto mais amplo: sintomas, exames, fatores de risco, medicações e comorbidades analisados em conjunto.
O atendimento é voltado a pessoas 60+ que desejam avaliar melhor o coração dentro de um contexto mais amplo: sintomas, exames, fatores de risco, medicações e comorbidades analisados em conjunto.
Depois dos 60, a avaliação cardiológica não deve se limitar a ouvir uma queixa, olhar um exame isolado ou renovar uma receita. O objetivo é entender o paciente em contexto.
Sintomas, exames prévios, fatores de risco, comorbidades, rotina, sono e medicamentos são avaliados em conjunto.
Exames como ecocardiograma, teste ergométrico, Holter, MAPA ou laboratoriais podem entrar conforme a necessidade do quadro.
O objetivo é entender o que realmente importa naquele paciente, evitando olhar cada sintoma ou exame como uma informação solta.
Quando indicado, o paciente segue em acompanhamento, com revisão da evolução clínica, exames, medicações e orientações periódicas.
O objetivo é que sintomas, exames e fatores de risco sejam avaliados dentro do contexto real de cada paciente.

Dr. Luiz Henrique Furlan é médico cardiologista, CRM-PR 15026 e RQE 12374, com foco em avaliação e acompanhamento cardiológico para pessoas 60+.
Sua atuação é marcada por uma cardiologia clínica de olhar ampliado: o coração é o centro da avaliação, mas o paciente não é reduzido a um exame, um sintoma ou uma queixa isolada.
Na consulta, fatores como pressão, colesterol, diabetes, circulação, sono, medicações, exames prévios, histórico familiar e outras comorbidades ajudam a compor o raciocínio clínico.
A proposta do atendimento é organizar esse conjunto com critério, vínculo e experiência, para orientar os próximos passos e acompanhar a saúde cardiovascular ao longo do tempo, quando necessário.
Quando há sintomas como cansaço, falta de ar, dor no peito, palpitações, tontura ou inchaço. A avaliação também pode ser importante quando existem fatores de risco, como pressão alta, colesterol alterado, diabetes, histórico familiar ou exames que precisam ser interpretados dentro de um contexto clínico.
Não necessariamente. Depois dos 60, a avaliação cardiológica pode fazer sentido mesmo sem sintomas importantes, especialmente quando há fatores de risco, uso de medicações, exames alterados ou desejo de acompanhar melhor a saúde cardiovascular.
Não. O atendimento também é voltado a pessoas que desejam avaliar melhor a saúde do coração, revisar exames, acompanhar fatores de risco ou investigar sintomas que merecem atenção.
A consulta pontual avalia uma demanda específica em determinado momento. O acompanhamento envolve seguimento ao longo do tempo, com revisão da evolução clínica, exames, sintomas, medicações e fatores de risco conforme a necessidade de cada paciente.
A necessidade de exames depende da avaliação médica. Em alguns casos, exames cardiológicos ou laboratoriais podem ser solicitados para complementar o raciocínio clínico e orientar os próximos passos.
O foco é o cuidado cardiológico para pessoas 60+, porque essa é uma fase da vida em que avaliação e acompanhamento tendem a ganhar mais importância. Isso não significa que se você que ainda não tem 60 anos, não possa iniciar o acompanhamento da sua vida.
Porque, depois dos 60, a saúde cardiovascular muitas vezes se relaciona com outros fatores do organismo e da rotina do paciente. Sono, medicamentos em uso, pressão, diabetes, circulação, exames anteriores e comorbidades podem influenciar o raciocínio clínico e a forma de acompanhamento.
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